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... Incógnitas ...
(Daniella B. Almeida) - Postado por: Daniella Almeida às 15h27 [ ] [ envie esta mensagem ] Quem? Eu? Quem sou eu? Talvez eu seja gestos, palavras Serei o que passei, o que temi Não sou temores nem amores (Daniella Almeida) - Postado por: Daniella Almeida às 20h39 [ ] [ envie esta mensagem ] Silenciosamente Falando
Existem dias que falar qualquer coisa é suficiente para estabelecer um vazio inigualável. Mas que ao mesmo tempo há alguém que nos faz, por um momento, esquecer disso e viver a realidade e uma outra maneira. Então concluo que a Máscara ainda existe, porém de uma outra forma. Agora quem sabe ela estaja se suavizando e não contradizendo, se acentuando ao meu estado. E para dias, como este, falar sozinha é a melhor solução. O que calava hoje fala mais alto e o que persiste em falar, calar-se eternamente, nesse momento. Posso ouvir uma voz sublime, que sobe à minha cabeça, sem me preocupar com outras versões "mal-ditas" - nada melhor que a voz do nosso avassalador silêncio para conduzir ao caminho sem destino. (D.B.A) - Postado por: Daniella Almeida às 22h48 [ ] [ envie esta mensagem ] A ausência tão presente
Há quanto tempo não compatilho meus anseios aqui neste naúfrago de palavras. Por uma lado senti muito a falta, porém teve um lado bom: me desprendi um pouco deste mundo. Agradeço a preocupação de muitos, aliás eu estou bem esse tempo foi apenas um acúmulo de problemas que resultou no inesperado, ou nem tanto. Deixo por hoje uma frase, situada para toda e qualquer momento. O autor é Julio Dantas (1876-1962), um escritor e político português que foi formado em medicina, porém dedicou-se ao jornalismo e literatura pelo resto de sua vida. "Há um tempo para amar, um tempo para sofrer, um tempo para esquecer". (J.D)
(D.B.A) - Postado por: Daniella Almeida às 20h35 [ ] [ envie esta mensagem ]
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